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segunda-feira, 20 de abril de 2015

7 diferenças entre religião e espiritualidade


Muitas pessoas confundem Espiritualidade com Religião ou mesmo com algo misterioso ou alguma ocorrência sobrenatural. Alguns chegam a pensar em Espiritualidade como uma seita e não raro muitos temem ser manipulados.
Se deixamos essas concepções equivocadas no passado e tentarmos estudar e entender o que realmente é a espiritualidade, chegaremos à compreensão de que não há nada de misterioso ou sobrenatural, e nem mesmo se refere a uma seita qualquer.
Faremos, então, 7 distinções básicas entre religião e espiritualidade que poderão ajudá-lo a entender o que realmente é Espiritualidade.

1 – Religião faz com que você se curve – Espiritualidade aponta para as suas asas


A Religião diz que se deve seguir uma ideologia e obedecer a certas regras, do contrário haverá punição. A Espiritualidade permite que você siga o seu coração. O que você sente está certo. Ela diz que você é livre para ser quem realmente é, sem se curvar a qualquer coisa que não entenda intimamente que seja o certo e bom para si mesmo e para todos os demais, já que todos somos um.
 
2 – Religião faz com que você tema – Espiritualidade lhe mostra a coragem

A Religião lhe diz o que temer e indica as consequências dos seus erros. Espiritualidade torna você consciente das consequências, mas não quer que você se concentre no medo. Ela mostra como enfrentar o medo, como mover-se para fazer o que você sente que é correto, apesar das consequências que poderão advir. Ela mostra como agir no amor e não no medo, mostra como controlar o medo e usá-lo a serviço do Bem.
 
3 – Religião diz o que é a Verdade – Espiritualidade permite que você descubra a sua própria Verdade

A Religião lhe diz no que se deve acreditar. O que é certo e o que é errado. A Espiritualidade permite que você descubra isso por si mesmo e compreenda a suas próprias verdades de modo criativo e original. Ela permite que você se conecte ao seu Eu Superior e observe e medite, em cada circunstância, no que é correto e verdadeiro, sabedor que a Verdade, como um todo, é a mesma a para todos os indivíduos. Ela permite que você visualize a sua verdade com os olhos do seu coração.
 
4 – Religião separa de outras religiões – Espiritualidade une

Temos hoje, no mundo, muitas religiões. Todas apregoam as suas verdades e, para cada uma, a sua visão é que é a correta. Espiritualidade vê a Verdade em todas as religiões e as enxerga de modo unitário, posto que, como já dissemos, a Verdade é a mesma para todos nós, apesar é observada de modo diferente por cada grupo, em sua singularidade. Concentra-se na qualidade da mensagem divina que eles compartilham e não nas diferenças de detalhes doutrinários.
 
5 – Religião o torna dependente – Espiritualidade faz com que você seja independente

Somente se você participar ativamente de dado grupo religioso é que você, aos olhos da religião, será havida por religiosa e digna da felicidade. A Espiritualidade mostra que você não precisa ou não depende de nada para ser feliz. A Felicidade existe no íntimo de cada um e nós é responsável por encontrar essa benesse, não os outros. Esteja onde ou com quem estivermos, a divindade está em nós e é por isso que merecemos ser felizes.
 
6 – Religião apregoa punição – Espiritualidade explica o karma

A religião diz que se não obedecer a certas regras seremos castigados. A Espiritualidade nos permite compreender que toda ação tem sua reação e perceber que o castigo de nossas ações será a reação vinda das ações que executamos. E isso independe de nossa crença.
 
7- Religião faz com que você siga um determinado caminho – Espiritualidade permite que você crie seu próprio caminho

As religiões se baseiam em histórias sobre um Deus ou deuses, mostrando dado caminho para a sua iluminação e dizendo que você deve seguir determinados passos. A Espiritualidade permite que você siga na sua própria jornada de iluminação e descobrimento da verdade.

Toda religião veio pela espiritualidade, pela jornada através da qual uma pessoa se tornou Deus. Os detalhes da história de cada divindade não são tão importantes, apenas narram o caminho que o personagem percorreu. A mensagem que compartilhada, sim, é que é importante. Há um Código Divino que ressoa harmoniosamente através de cada um de nós. É por isso que cada religião tem uma centelha da Verdade.
 
Conteúdo retirado do site: Contioutra

terça-feira, 24 de março de 2015

Por que as pessoas fofocam?

 
“Ninguém fofoca sobre as virtudes dos outros”. Bernard Shaw

           A fofoca é uma dos hábitos mais nocivos que pode existir. Na vida pessoal causa prejuízos, algumas vezes, irreparáveis e no ambiente de trabalho a situação não é muito diferente. Uma palavra dita e mal interpretada pode acabar resultando em muita dor de cabeça.
          Em primeiro lugar vamos tentar definir o que é fofoca: É a intriga, é a distorção premeditada de uma informação. Para alguns é um divertimento sem importância e para outros, que se sentem vítimas, pode ser uma forma de vingança, promovendo o mal. Nos dicionários encontramos a definição da palavra fofoca como "uma afirmação não baseada em fatos concretos com a intenção de enganar ou transmitir falsa impressão de uma pessoa, algum acontecimento ou fato ocorrido".
           Segundo pesquisa realizada pelo LinkedIn, rede profissional da internet, afirmam que o hábito de fofocar, parte de pessoas que possuem baixa autoestima, que sentem prazer em jogar umas pessoas contras as outras, que faz de tudo para conquistar novas alianças, possui grande inveja de pessoas que estão alcançando o sucesso e não sabem lidar com suas frustrações. Aliás, a inveja é o par perfeito da fofoca.
           Agora, a pergunta que não quer calar: Por que o ato de fofocar satisfaz tanto algumas pessoas ? Elementar. Só existe fofoca porque existem dois personagens: o fofoqueiro e a plateia. Nesse sentido, tanto é fofoqueiro quem fala, como aquele que se disponibiliza a escutá-lo. Ambos são personagens que infectam qualquer local em que estejam. Afinal, quem tem o que fazer, não tem tempo para conversa fiada. Uma pessoa, ao fazer fofoca, normalmente está em conflito consigo mesma. Medo de perder o emprego, medo de ser humilhado e desvalorizado. A pessoa que se promove por meio de fofocas geralmente quer atenção e se concentra em malefícios de terceiros para que possa se promover. Normalmente é inseguro, e precisa denegrir o outro para obter sucesso. Dessa forma manifesta suas insatisfações com a empresa, superiores e colegas, por meio da agressividade. A fofoca seria esta válvula de escape.
         Todo ambiente de fofoca é improdutivo e tenso. O pior de tudo é que as pessoas que fofocam de outras pessoas em sua frente, serão as mesmas que falará de você pelas costas. Às vezes, o fazem por gostar do sentimento de superioridade, presunção, vingança ou de schadenfreude – (palavra de origem alemã que significa satisfação obtida com a desgraça alheia). É um verdadeiro telefone sem fio onde cada um se sente no direito de incluir suas impressões pessoais sobre o fato em questão, portanto não deve ser tratada com naturalidade, como se fosse algo corriqueiro e inevitável.
          
“Abençoadas serão as suas palavras sempre que você fale situando-se na posição dos ausentes ou no lugar dos que lhe ouvem a voz” ( Chico Xavier)

Fonte:  http://elo.com.br/portal/colunistas/ver/229346/por-que-ninguem-fofoca-sobre-as-virtudes-dos-outros-.html

quinta-feira, 12 de março de 2015

As dozes causas do eterno retorno

Após refletir sobre as 4 nobres verdades e o caminho que conduz à extinção do sofrimento, Buda nos diz as DOZE CAUSAS DO ETERNO RETORNO, a origem do sofrimento ou a explicação do porque voltamos a nascer uma e outra vez neste reino ou em outros
  1. Existe a ignorância.
  2. A ignorância condiciona as formações mentais.
  3. As formações mentais condicionam a consciência.
  4. A consciência condiciona a mente e o corpo.
  5. A mente e o corpo condicionam os sentidos.
  6. Os sentidos condicionam o contato.
  7. O contato condiciona a sensação.
  8. O sentimento condiciona o desejo.
  9. A ânsia condiciona o apego.
  10. O apego condiciona o processo de chegar a Ser.
  11. O processo de chegar a ser condiciona o renascimento.
  12. renascimento condiciona a decadência e a morte, e também a pena, lamentação, dor e desespero.
Para entender o profundo significado destas doze causas do eterno retorno há que apelar à gnose de todos os tempos.
Temos que saber que o último elo é a ignorância.
A ignorância é tudo contrário ao conhecimento, e é indubitável que conhecimento é Gnose, Gnose é a chama da chama, com a qual podemos fazer luz até no mais distante rincão do Universo. Gnose é o fogo devorador que consome toda ignorância e é capaz de oferecer à Essência a Verdade Última e a liberação total de todo encadeamento à Roda do Samsara.
Tal e como viu Sakyamuni, a origem da causa do nosso sofrimento coincide grandemente com as diferentes Regiões Sefiróticas do Universo.Vejamos de que maneira:
  1. Há ignorância.
  2. A Chispa Virginal emanada do Absoluto não tem Auto-realização e Autoconsciência de si mesma, portanto, precisa adquirir experiência e necessita ir se desdobrando plano após plano.
  3. A ignorância condiciona as formações mentais.
    Hermes Trismegisto diz: «Tudo é mente, o universo é mental», portanto, os seguintes desdobramentos da Mônada ou Chispa Virginal já estão condicionados pela ignorância e arrastam visão subjetiva do próprio Universo que nos rodeia.
FONTE: http://www.vopus.org/pt/gnose/mistica-religiao/os-ensinamentos-de-buda.html

As quatro nobres verdades

Para o Budismo é essencial algo que é o que se denomina as Quatro Nobres verdades.

A Primeira Nobre Verdade é que há sofrimento. A doença é sofrimento, o nascer é sofrimento, a velhice é sofrimento, a morte é sofrimento, a dor e o desespero são sofrimentos, o contato com o desagradável é sofrimento, o desejo insatisfeito é sofrimento, os cinco agregados da mente e do corpo que produzem os desejos são sofrimentos.

A Segunda Nobre Verdade é que o sofrimento se origina nos desejos que causa o renascimento e estão acompanhados pelo prazer sensual, buscando a satisfação neste plano físico e além, ou seja, a ânsia de prazeres, a ânsia de nascer de novo, a ânsia de ser aniquilado.

A Terceira Nobre Verdade é que a extinção do sofrimento é a verdadeira ausência de paixão, a destruição completa dessa ânsia de prazeres, dessa ânsia de nascer e dessa ânsia de ser aniquilado. O não mais albergar essa ânsia provoca a extinção do sofrimento.

A Quarta Nobre Verdade é o caminho que conduz à extinção e supressão da dor, é a via que leva à eliminação de Mara e à contemplação da Verdade Última do Ser e, portanto, à Suprema Felicidade sem Limites.

Este caminho, segundo Buda, era óctuplo e veio se a chamar o NOBRE CAMINHO ÓCTUPLO.

Este nobre caminho há que ser percorrido em seus 8 pontos sem se descuidar de um único, só assim é possível se converter em Buda:

  1. VISÃO CORRETA. É ver de acordo com realidade de que existe o sofrimento, a sua causa, o seu fim e o caminho que conduz a esse fim. 
  2. PENSAMENTO CORRETO. Pensamento livre de sensualidade, má-vontade e crueldade.  
  3. LINGUAGEM CORRETA. Linguagem livre de engano, insulto, malícia e estupidez. 
  4. AÇÃO CORRETA. Ação livre de assassinato, roubo, adultério, mentira e entorpecentes. 
  5. VIDA CORRETA. Quando o discípulo evita um comércio perverso (adivinhação, usura, armas, seres vivos, carne, entorpecentes e venenos) e ganha a vida por meios retos e honoráveis. 
  6. ESFORÇO CORRETO. Com o esforço CORRETO se impedem os pensamentos negativos e se desenvolvem os positivos. 
  7. ATENÇÃO CORRETA. Quando o devoto vive atento e sabe que o corpo, os sentimentos, a mente e os pensamentos são impermanentes e estão submetidos à decadência. 
  8. CONCENTRAÇÃO CORRE. É a unidirecionalidade da mente mediante exercícios respiratórios e meditações especiais.

Os Budas só ensinavam o caminho. Nós mesmos temos que fazer o esforço.

Não cometer ofensas morais, fazer o bem e limpar o próprio coração: esse é o ensinamento de todos os Budas.
 
FONTE: http://www.vopus.org/pt/gnose/mistica-religiao/os-ensinamentos-de-buda.html

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A busca espiritual

Pergunta a Osho:
O que significa ser um buscador espiritual?
Em primeiro lugar, significa duas coisas. Uma, que a vida tal como é conhecida exteriormente não é completa; a vida tal como é conhecida de fora não tem sentido.

No momento em que alguém se torna alerta para o fato de que toda essa vida é uma coisa sem sentido, a busca se inicia.

Essa é a parte negativa, mas a não ser que essa parte negativa esteja presente, a positiva não pode vir.

A busca espiritual significa, em primeiro lugar, um sentimento negativo: um sentimento de que a vida, tal como ela é, não tem sentido.

Todo o processo acaba na morte: pó sobre pó. Nada permanece conclusivo em si mesmo. Você passa pela vida em tal agonia, em tamanho inferno, e nada conclusivo é alcançado.

Esse é o lado negativo da busca espiritual. A própria vida o auxilia a chegar a ele. Esse lado — essa negatividade, essa angústia, essa frustração — é a parte que o mundo está fazendo.

Quando você se torna realmente alerta para o fato da insignificância da vida tal como é vivida, sua busca comumente começa, porque você não pode ficar tranquilo com uma vida sem sentido.

Com uma vida sem sentido, um abismo é criado entre você e tudo o que a vida é. Uma brecha intransponível cresce, tornando-se mais e mais larga. Você se sente desamparado.

Então, a busca por alguma coisa significativa, feliz, é iniciada. Essa é a segunda parte, a parte positiva.

Busca espiritual significa chegar a um acordo com a realidade atual, não com uma projeção sonhadora. Toda a nossa vida é apenas uma projeção, sonhos projetados. Ela não existe para conhecer o que é; existe para se obter o que é desejado.

Você pode tomar a palavra "desejo" como um símbolo do que nós chamamos de vida. A vida é uma projeção dos desejos: você não está à procura do que é; está à procura do que é desejado.

Você continua desejando e a vida continua sendo frustrante porque ela é como é. Ela não pode ser como você quer. Você fica desiludido. Não porque a realidade seja antagônica a você, mas sim porque você não está em sintonia com a realidade, apenas com seus sonhos.

Seus sonhos têm uma desilusão que o arruínam. Enquanto você está sonhando, tudo está certo; mas quando qualquer sonho é alcançado, tudo se torna desilusão.

Busca espiritual significa conhecer essa parte negativa: esse desejar é a raiz causal da frustração.

Desejar é criar um inferno por livre e espontânea vontade. Desejar é estar no mundo: ser mundano é desejar e continuar desejando, sem nunca tornar-se alerta de que cada desejo não dá em nada além de frustrações. Uma vez que você se torna alerta para isso, então não mais deseja.

Ou seu único desejo é conhecer o que realmente é. Nesse momento, você decide: "Não continuarei projetando a mim mesmo, conhecerei o que é. Não porque devo ser desse modo e a realidade deva ser daquele outro modo, mas apenas por isto: quero conhecer a realidade seja ela qual for — nua como ela é. Não projetarei, não entrarei nisso. Quero encontrar a vida como ela é".

Positivamente, busca espiritual significa encontrar a existência tal como ela é, sem qualquer desejo. No momento em que não houver nenhum desejo, o mecanismo de projeção não estará mais funcionando. Então, você poderá ver o que é.

Uma vez conhecido, este "o que é" — aquele que é — lhe dará tudo.

O desejo sempre promete e nunca dá. Os desejos sempre prometem felicidade, êxtase, mas isso nunca vem. Cada desejo dá em troca apenas mais desejos. Cada desejo cria em seu lugar apenas desejos ainda maiores e mais frustrantes.

Uma mente não-desejosa é aquela que está engajada na busca espiritual. Um buscador espiritual é aquele que está completamente alerta para o absurdo do desejo e está pronto para conhecer o que é.

Quando a pessoa está pronta para conhecer o que é, a realidade aparece por todos os cantos, por todos os lados.

Mas você nunca está presente. Você está em seus desejos, no futuro. A realidade está sempre no presente — aqui e agora —, mas você nunca está no presente. Está sempre no futuro: nos desejos, nos sonhos. Você está adormecido nos seus sonhos, nos seus desejos. E a realidade está aqui e agora.

Quando esse sonho for interrompido e você estiver acordado para a realidade que está aqui e agora, no presente, haverá um renascimento. Você chegará ao êxtase, à satisfação, a tudo o que sempre foi desejado e nunca alcançado.

Osho, em "Eu Sou a Porta"

Leia mais: http://www.palavrasdeosho.com/2013/01/a-busca-espiritual.html#ixzz3B7Qwd49Y

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A CONSCIÊNCIA DE SUA MISSÃO


 ROBERTO SHINYASHIKI
  
Frequentemente, eu me pergunto: O que cada um de nós está fazendo neste planeta? Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e minutos, essa mensagem é inútil. Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos...

Para uns, nossa vinda ao planeta Terra tem basicamente dois motivos: Evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor. Todos os nossos bens na verdade, não são nossos, somos apenas as nossas almas e devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas.

Portanto, lembre sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam de uma razão para continuar em frente.

As nossas ações, especialmente quando temos que nos superar, fazem de nós pessoas melhores. A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos para continuar o caminho é que nos tornas pessoas especiais. Ninguém veio a essa vida com missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor. Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas não pode ser a razão da vida.

Tenho certeza de que pessoas como Manhattan Gandhi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantos outros anônimos, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivados pela ideia de ganhar dinheiro.

O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca?A resposta é uma só: A consciência de sua missão nesta vida. Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você está realizando sua missão, você desenvolve uma força capaz de levá-lo ao cume da Montanha mais alta do planeta.

Infelizmente muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida e quando chega ao final do caminho percebe que só vai poder levar daqui o que se faz às pessoas.

Se você se sente angustiado sem motivo aparente, está aí um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida. Escute a sua alma: Ela tem a orientação sobre qual o caminho a seguir.

Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores na harmonia e na glória do bem.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar! Que possamos estar sempre atentos aos sinais e saber o que realmente se faz necessário.

Paz e amor.

DESAPEGO



Vivemos uma época de celebridades, apelos fáceis à riqueza, ao consumismo, às paixões avassaladoras. Transitamos aturdidos por um mundo em que o destaque vai para aquele que mais tem.
E a todo instante os comerciais de televisão, os anúncios nas revistas e jornais, os outdoors clamam: Compre mais. Ostente mais. Tenha mais e melhores coisas.
É um mundo em que luxo, beleza física, ostentação e vaidade ganharam tal espaço que dominam os julgamentos.
Mede-se a importância das pessoas pela qualidade de seus sapatos, roupas e bolsas.
Dá-se mais atenção ao que possui a casa mais requintada ou situada nos bairros mais famosos e ricos.
Carros bons somente os que têm mais acessórios e impressionam por serem belos caros e novos. Sempre muito novos.
Adolescentes não desejam repetir roupas e desprezam produtos que não sejam de grife. Mulheres compram todas as novidades em cosméticos. Homens se regozijam com os ternos caríssimos das vitrines.
Tornamo-nos, enfim, escravos dos objetos. Objetos de desejo que dominam nosso imaginário, que impregnam nossa vida, que consomem nossos recursos monetários.
E como reagimos? Será que estamos fazendo algo - na prática - para combater esse estado de coisas?
No entanto, está nos desejos a grande fonte de nossa tragédia humana. Se superarmos a vontade de ter coisas, já caminhamos muitos passos na estrada do progresso moral.
Experimente olhar as vitrines de um shopping. Olhe bem para os sapatos, roupas, joias, chocolates, bolsas, enfeites, perfumes.
Por um momento apenas, não se deixe seduzir. Tente ver tudo isso apenas como são: objetos.
E diga para si mesmo: Não tenho isso, mas ainda assim eu sou feliz. Não dependo de nada disso para estar contente.
Lembre-se: é por desejar tais coisas, sem poder tê-las, que muitos optam pelo crime. Apossam-se de coisas que não são suas, seduzidos pelo brilho passageiro das coisas materiais.

Deixam para trás gente sofrendo, pessoas que trabalharam arduamente para economizar...
Deixam atrás de si frustração, infelicidade, revolta.
Mas, há também os que se fixam em pessoas. Veem os outros como algo a ser possuído, guardado, trancado, não compartilhado.
Esses se escravizam aos parceiros, filhos, amigos e parentes. Exigem exclusividade, geram crises e conflitos.
Manifestam, a toda hora, possessividade e insegurança. Extravasam egoísmo e não permitem ao outro se expressar ou ser amado por outras pessoas.
É, mais uma vez, o desejo norteando a vida, reduzindo as pessoas a tiranos, enfeitando as almas.
Há, por fim, os que se deixam apegar doentiamente às situações.
Um cargo, um status, uma profissão, um relacionamento, um talento que traz destaque. É o suficiente para se deixarem arrastar pelo transitório.
Esses amam o brilho, o aplauso ou o que consideram fama, poder, glória.
Para eles, é difícil despedir-se desse momento em que deixam de ser pessoas comuns e passam a ser notados, comentados, invejados.
Qual o segredo para libertar-se de tudo isso? A palavra é desapego. Mas... Como alcançá-lo neste mundo?
Pela lembrança constante de que todas as coisas são passageiras nesta vida. Ou seja: para evitar o sofrimento, a receita é a superação dos desejos.
Na prática, funciona assim: pense que as situações passam, os objetos quebram, as roupas e sapatos se gastam.
Até mesmo as pessoas passam, pois elas viajam, se separam de nós, morrem...
E devemos estar preparados para essas eventualidades. É a dinâmica da vida.
Pensando dessa forma, aos poucos a criatura promove uma autoeducação que a ensina a buscar sempre o melhor, mas sem gerar qualquer apego egoísta.
Ou seja, amar sem exigir nada em troca.

Redação do Momento Espírita.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 6, ed. Feb.
Em 28.02.2011.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Místicos


A maioria das pessoas não sabe ler e interpretar um místico. Eles são facilmente confundidos com os Esotéricos, até, talvez, com alguns praticantes de seitas que usam de magia e sessões Espíritas.

Por definição natural, misticismo é a prática, estudo e aplicação das leis que unem o homem à Natureza e ao Universo.
Desta forma, a Mística se distingue da Religião por referir-se e procurar ter a experiência direta e pessoal com a divindade que cada um tem, com o transcendente, sem a necessidade de intermediários, dogmas ou de uma Teologia.

O Místico é o estudioso que aplica o que conhece, pois tem noção dos efeitos de não agir conforme o seu saber interior. É importante ressaltarmos que saber é a origem e o principio da palavra sabedoria. Muitas pessoas são ávidas de ensinar sem terem a mínima noção do que estão falando. Seguem valores dos outros que, invariavelmente, são manipuladores de mentes.

O sábio só o é porque aplica o seu conhecimento. A sabedoria vem do conhecimento aplicado. Os nossos valores são, essencialmente, como a própria palavra já diz, oriundos de nosso interior e de tudo aquilo que gostamos e apreciamos.
A ciência consegue explicar como o mundo funciona, mas não ajuda o ser humano a encontrar um significado para sua vida.

O conhecimento esotérico é voltado para dentro, o conhecimento das verdades eternas e puras. Não procura entender como as coisas funcionam, mas, praticamente, só porque é que elas existem.
Portanto, a diferença fundamental entre o ser humano místico e o esotérico é que um estuda as causas, o outro se deslumbra e aceita o efeito... Portanto é fundamental saber entender e diferenciar uma definição da outra.

Esotérico significa interior, porém interior sem conhecimento. Muitas pessoas são consideradas conhecedores dos outros campos de energia, mas não conseguem ser sábios, pois apenas são veículos de passagem de energia ou médiuns, como queiram.

Em minha vida já trilhei vários caminhos. Posso, hoje, entender a diferença entre Filosofia de Vida e Religiões. Parece ser a mesma coisa para quem não conhece em profundidade cada uma destas práticas, mas em verdade se trata de opostos.
Um, para existir, precisa de sua mente obtusa, outro de sua mente aberta, pesquisadora e clara. Não posso ser uma coisa apenas porque é bom ou porque sigo os outros. Preciso efetivamente entender o que é bom e recomendável para mim.

Religião é seguir homens. Filosofia de Vida é seguir a si próprio sem medo e sem temor. Obviamente é mais difícil encontrar e escolher uma filosofia de vida que nos agrade, porém, sempre o que é mais fácil é menos recomendável.
Sou o que admito ser.

Serei amanhã o fruto dos pensamentos e decisões que tomo hoje. Jamais posso querer ser uma pessoa de sucesso se renego o meu trabalho. Jamais terei uma empresa profícua se o que penso sobre ela é vendê-la. Jamais terei uma vida feliz se convivo com uma pessoa que não suporto, mas que me dá apenas e tão somente segurança financeira. Jamais terei um dia feliz se a minha vida é pautada por atitudes e momentos supérfluos.
Assim, não adianta reclamar da vida que levo hoje achando que deus me abandonou. A minha vida atual foi construída em minhas atitudes tomadas ontem. Se preciso mudar, tenho EFETIVAMENTE QUE CRIAR NOVOS VALORES E SUCESSIVAMENTE NOVAS ATITUDES.

O que não é meu pertence ao outro. Renegar o sentido de propriedade faz com que a nossa se torne frágil, definhe e tenha fim incerto.

O medo acoberta todas as nossas futuras vitórias. Ensinar medo a um filho é a pior atitude que um pai ou uma mãe podem ter. O filho fica inseguro para agir e isso ele vai carregar pelo resto de sua vida. A probabilidade que a droga seja sua companheira é enorme.

Ora, se a vida é superar obstáculos, como posso esperar que meu filho saiba decidir o seu futuro, se hoje prego e ensino o medo? Será um robô esperando comando e que tudo caia do céu como obra de um deus que é pai. Cuidado com esta afirmação de deus que é pai. Ela se torna uma bengala...

Se te faz bem acreditar nisso, nada posso fazer. Pelo menos inicie uma pesquisa na busca de SUA VERDADE.

Escrito Por:   Saul Brandalise Jr.

Fonte: Somos Todos Um
A Bíblia diz ' Ama a teu próximo como a ti mesmo'. Por mais simples e clara que esta afirmação possa parecer, levei muito tempo - e acho que isso acontece com a maioria das pessoas - para me dar conta desse 'ti mesmo.' Mais ainda : para saber que, se não nos amarmos e respeitarmos, seremos incapazes de qualquer amor verdadeiro pelo outro.
Há uma tendência a achar que o amor a si mesmo é vaidade, egoísmo e arrogância, e é talvez por isso que ele não seja despertando e estimulado em nós desde pequenos. Pelo contrário, somos formados para atender o desejo alheio, a expectativa dos pais, as exigências dos professores, as ordens dos adultos. Lutamos desesperadamente para responder às solicitações externas, como forma de sermos amados pelos outros. E nesse esforço permanente perdemos de vista o incrível milagre que é cada um de nós como centelha divina e esplêndida expressão da vida. 

As atitudes de vaidade, egoísmo ou arrogância não revelam amor a si mesmo. Revelam medo, insegurança, necessidade de afirmação de algo em que não se acredita de fato. Essas atitudes são disfarces, escudos para ocultar- até para a própria pessoa - as carências que a incomodam e fazem sofrer. Pense nisso sempre que uma pessoa arrogante ou triunfalista ou procurar diminuir você. O amor é respeitoso, generoso,solidário e cheio de compaixão, já que é expressão do divino em nós . Quem ama a si mesmo entra em sintonia com o Universo no que ele tem de melhor e tudo flui em sua vida.
                                                               
Louise Hay - A prendendo a gostar de si mesmo

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014


Já falei aqui que todos nós desejamos a felicidade. Que a felicidade genuína é caracterizada pela paz, e que esta é mais seguramente conquistada quando nossas ações são motivadas pela consideração pelos semelhantes. Que esta consideração, por sua vez, implica disciplina ética e lidar de maneira positiva com as emoções aflitivas. Também disse que, em nossa busca de felicidade, é justo e natural que procuremos evitar e causar sofrimento. (...)

Dor e sofrimento são fatos inalienáveis da vida. O ser sensível, como costumo definir, é o que tem capacidade para experimentar dor e sofrimento. Poderíamos também dizer que é nossa experiência de sofrimento que nos une a nossas semelhantes. É a base de nossa capacidade para a empatia. Entretanto, além disso podemos observar que o sofrimento está dividido em duas categorias que se relacionam. (...)

DALAI LAMA

quarta-feira, 17 de julho de 2013

AS FASES DO AMOR


"A paixão, como descrita pela ciência, é um estado fisiológico, com sintomas psíquicos e físicos, em que há uma intensa atividade cerebral e hormonal muito semelhante à do vício por uma droga, como a cocaína. O julgamento crítico, o discernimento, e a racionalidade em relação ao parceiro estão muito reduzidos, especialmente nos primeiros meses."O amor se define o estado de enlevo que se apossa dos amantes de forma avassaladora, mas tem prazo para acabar: no máximo quatro anos.

AS TRÊS FASES DO AMOR

"O que a ciência tem nos mostrado é que o amor, do ponto de vista biológico, tem três estágios independentes. O primeiro é o desejo ou luxúria, a busca da satisfação sexual, comandada por hormônios sexuais, principalmente a testosterona, sem uma elaboração emocional maior. O segundo estágio é o do amor romântico ou paixão, da atração física e sexual. Esta fase é marcada por uma cascata de substâncias, como noradrenalina, endorfina, serotonina, e também testosterona, estrógeno e progesterona. O terceiro estágio é o da construção gradual do vínculo duradouro, o amor propriamente dito. Nesta fase há a ação do hormônio oxitocina na mulher e vasopressina no homem, os hormônios do vínculo."

A ORDEM DOS FATORES: 

"Os três estágios do amor geralmente ocorrem nesta ordem, mas não necessariamente. E não necessariamente com a mesma pessoa. É possível ter um vínculo muito forte com o marido, mas sentir desejo por um colega de trabalho e estar apaixonada pelo vizinho."

PAIXÃO: 

"Vários estudos, tanto americanos quanto europeus, chegaram à conclusão semelhante: a paixão, esse estado de alteração mental e física muito característico, dura de 12 a 48 meses. A média é de dois anos. Outros elementos, não só os químicos, influenciam, claro, como o lado psicológico, as personalidades, o histórico de relacionamentos, o grau de expectativa que cada um cria, o tipo de educação, o relacionamento que teve com os pais, a cultura, que é muito importante."

VIVER APAIXONADO: 

"Para o cérebro, existe um limite da perpetuação disso, é fisiológico. Por mais que queiramos, o cérebro não consegue manter esse turbilhão de hormônios por muito mais tempo. É biológico, não tem como. A não ser que perpetue de forma patológica, transtorno obsessivo-compulsivo, amor patológico."

COMO UM VÍCIO: 

"Na fase da paixão, algumas substâncias no cérebro se alteram. As endorfinas, a adrenalina, a noradrenalina e a dopamina aumentam, enquanto a serotonina diminui. Este equilíbrio de substâncias acontece de forma semelhante no transtorno obsessivo compulsivo e no vício por drogas, como cocaína. Ou seja, a paixão é um estado semelhante ao de um vício em uma droga. E está na fronteira com transtornos. Uma linha de pesquisa italiana está estudando justamente o momento em que a paixão se torna patológica e salta para o transtorno."

CEGUEIRA APAIXONADA:

"Essa química cerebral alterada, esse turbilhão todo, faz com que o sistema límbico, a central das emoções, fique tão alterado que distorça a visão do parceiro escolhido. Faz com que o apaixonado sinta uma onda de prazer tão forte cada vez que entra em contato com o eleito que passa a associar uma coisa à outra. Então, não enxerga defeitos no apaixonado. Pensamentos obsessivos e de posse sexual são outras características desta fase."

TRUQUE DA NATUREZA:

 "Quando as alterações hormonais acontecem, a pessoa entende que aquele ser é uma grande fonte de prazer. Com isso, não vê defeito no outro, cria uma dependência emocional e isso gera um estado de profunda ligação entre o casal. O grande objetivo da natureza é, justamente, produzir uma rápida e profunda ligação entre as duas pessoas para que se reproduzam e mantenham a espécie. É difícil imaginar uma traição neste momento."

TRAIÇÃO: 

"Pode acontecer a qualquer momento, desde o primeiro estágio, em que é possível sentir desejo por diversas pessoas. No pico da paixão, nos primeiros meses, a infidelidade tem uma possibilidade menor de acontecer porque toda a química está voltada para fazer com que o indivíduo fique obsessivamente ligado naquele outro específico. Mas não quer dizer que não ocorra. E claro que, à medida que o vínculo se desenvolve, a infidelidade pode acontecer. Lembrando que, do ponto de vista biológico, bem pragmático, a traição pode ter vantagens tanto para homens como para mulheres, no que tange a chances maiores de reprodução da espécie."

ESCOLHAS BIOLÓGICAS:

"Inúmeros elementos fazem parte do grande momento da paixão, tanto físicos, quanto psicológicos e ambientais. Mas o que a biologia tem nos mostrado é que a atração, o primeiro contato, passa basicamente pelos cinco sentidos. Isso significa que não temos controle voluntário e consciente sobre essa escolha. (Pela visão, tato, audição, olfato e paladar é possível saber, inconscientemente, a compatibilidade genética e do sistema imunológico, o parceiro mais fértil, entre outras informações fundamentais para a reprodução da espécie)


FONTE: http://oglobo.globo.com/saude/a-quimica-do-amor-paixao-fulminante-vicia-mas-dura-pouco-2984921

segunda-feira, 10 de junho de 2013

AS DIFERENÇAS ENTRE RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE

 
"A religião não é apenas uma, são centenas. A espiritualidade é apenas uma. A religião é para os que dormem. A espiritualidade é para os que estão despertos. A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados. A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior. A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo. A religião ameaça e amedronta. A espiritualidade lhe dá Paz Interior. A religião fala de pecado e de culpa. A espiritualidade lhe diz: "aprende com o erro". A religião reprime tudo, te faz falso. A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro! A religião não é Deus. A espiritualidade é Tudo e portanto é Deus. A religião inventa. A espiritualidade descobre. A religião não indaga nem questiona. A espiritualidade questiona tudo. A religião é humana, é uma organização com regras. A espiritualidade é Divina, sem regras. A religião é causa de divisões. A espiritualidade é causa de União. A religião lhe busca para que acredite. A espiritualidade você tem que buscá-la. A religião segue os preceitos de um livro sagrado. A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros. A religião se alimenta do medo. A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé. A religião faz viver no pensamento. A espiritualidade faz Viver na Consciência. A religião se ocupa com fazer. A espiritualidade se ocupa com Ser. A religião alimenta o ego. A espiritualidade nos faz Transcender. A religião nos faz renunciar ao mundo. A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele. A religião é adoração. A espiritualidade é Meditação. A religião sonha com a glória e com o paraíso. A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora. A religião vive no passado e no futuro. A espiritualidade vive no presente. A religião enclausura nossa memória. A espiritualidade liberta nossa Consciência. A religião crê na vida eterna. A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna. A religião promete para depois da morte. A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida. A RELIGIÃO É NECESSÁRIA, MAS PRECISAMOS ENTENDER A ESPIRITUALIDADE! "

domingo, 23 de dezembro de 2012

O que significa NATAL ?


Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você.
Para onde vão todos?
Os shoppings estão lotados...
Crianças são arrastadas por pais apressados, em meio ao torvelinho...
Há uma correria generalizada...
Alimentos e bebidas são armazenados...
E os presentes, então? São tantos a providenciar...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Mas, qual é o motivo dessa correria?
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Talvez você nunca tenha notado que há pessoas que oferecem presentes por mero interesse...
Que há abraços frios e calculistas...
Que familiares se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
E quem vive sem caridade desconhece o encanto do mar que incessantemente acaricia a praia, num vai-e-vem constante...
Natal é fraternidade...
E a vida sem fraternidade é como um rio sem leito, uma noite sem luar, uma criança sem sorriso, uma estrela sem luz.
Mas o Natal também é união...
E a vida sem união é como um barco furado, um pássaro de asas quebradas, um navegante perdido no oceano sem fim.
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...E a vida sem amor é desabilitada para a paz, porque em sua intimidade não sopra a brisa suave do amanhecer, nem se percebe o cenário multicolorido do crepúsculo.
Viver sem a paz é como navegar sem bússola em noite escura... É desconhecer os caminhos que enaltecem a alma e dão sentido à vida.
Enfim, a vida sem amor... Bem, a vida sem amor é mera ilusão.
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...

FONTE: http://www.esoterikha.com/presentes/mensagens-de-reflexao-para-o-natal-o-seu-significado.php